Fisioterapia respiratória no tratamento de câncer de pulmão

Fisioterapia respiratória no tratamento de câncer de pulmão

A dificuldade para respirar é um sintoma que ataca até 70% das pessoas com câncer de pulmão e torna difícil fazer até as coisas mais simples, como subir escadas ou caminhar até algum lugar. Saiba como a fisioterapia respiratória no tratamento do câncer de pulmão pode ajudar a diminuir o problema.

A fisioterapia respiratória pode ser indicada antes e depois da cirurgia do câncer de pulmão. É possível que o médico também indique treinos aeróbicos para diminuir as complicações tanto da doença quanto do processo cirúrgico.

Mas afinal, o que é fisioterapia respiratória?

Quando as pessoas têm alguma lesão mais grave, como um braço quebrado, é comum que elas façam fisioterapia depois para recuperarem os movimentos. Na fisioterapia respiratória no tratamento do câncer de pulmão, o fisioterapeuta acompanha alguns exercícios que ajudam expirar e inspirar. Algumas das técnicas utilizadas são:

Respiração pelo diafragma – a pessoa fica sentada e um pouco inclinada para trás, com uma das mãos em cima da barriga. O fisioterapeuta, então, pede que ela respire fundo bem devagar para que sinta a contração dos músculos do abdômen e a descida do diafragma.

Espirometria de estímulo – usando um aparelho chamado espirômetro, que é uma pequena caixa com três bolinhas conectada a um tubo, a pessoa precisa puxar o ar profundamente para fazer com que as bolas levantem. O exercício ajuda a melhor a força da inspiração.

Exercício de sopro – em um aparelho parecido com o da espirometria, a pessoa assopra um tubo para fortalecer a capacidade de expiração do pulmão.

Tosses assistidas – neste exercício, o fisioterapeuta pede para a pessoa tossir em algumas sequências específicas, o que ajuda a eliminar algumas secreções que podem estar presas no pulmão.

Referências

 

PP-PFE-BRA-1267

25 setembro, 2018

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